Da Redação
O cantor Lucas Pizane lançou o single “Rio Vermelho”, em colaboração com Majur, poucos dias antes da tradicional Festa de Iemanjá, celebrada em 2 de fevereiro. A música já está disponível nas plataformas digitais e dialoga diretamente com o bairro do Rio Vermelho, em Salvador, símbolo de fé, encontro e celebração coletiva.
Com uma sonoridade que transita entre o íntimo e o sagrado, a canção conecta romance, espiritualidade e ancestralidade, evocando imagens ligadas ao corpo, ao afeto e ao ritual de levar flores à Rainha das Águas. O lançamento reforça a relação da obra com o imaginário cultural e religioso da Bahia.
Nascido na comunidade de Baiacu, na Ilha de Itaparica, e criado em Salvador, Lucas Pizane traz para a música uma vivência profundamente conectada à cidade. Em “Rio Vermelho”, o bairro deixa de ser apenas cenário e assume o papel de metáfora de pertencimento, entrega e permanência.
Novo momento artístico
A parceria com Majur amplia a força simbólica da canção, somando potência vocal e identidade a um trabalho que aposta em verdade e presença. “‘Rio Vermelho’ é o primeiro capítulo de um EP que estou preparando com muito cuidado. Esse single dialoga diretamente com o verão, com Salvador e com um tempo de celebração e fé. A música apresenta o clima, a estética e a verdade desse novo trabalho”, afirma Lucas Pizane.
O single funciona como lead de um EP inédito, previsto para ser lançado após o Carnaval, e antecipa uma fase mais madura, autoral e conectada às raízes do artista.
O lançamento também marca o primeiro trabalho autoral de Pizane desde sua participação em um reality show de alcance nacional, em 2024. Desde então, o cantor ampliou sua atuação como influenciador digital, participou de grandes eventos pelo país e consolidou sua imagem pública, mantendo a música como eixo central de sua trajetória.
Encontro de fé e identidade
Majur destaca o caráter espiritual e afetivo do projeto. “Essa música é o encontro de dois artistas baianos que caminham com verdade, e o Pizane tem essa luz e esse respeito pelas próprias raízes que eu admiro muito. Como filha de Iemanjá, cantar ‘Rio Vermelho’ é profundo demais: é desejo, é fé, é entrega. Que a gente siga sempre nossos caminhos pelo amor e por tudo que é positivo. Que tenha saúde, caminhos abertos, passos firmes e essa fluidez bonita das águas. Iemanjá é amor, é cuidado com todos”, declarou.
“Rio Vermelho” convida o público a mergulhar em uma paisagem sonora que une romance, espiritualidade e pertencimento, em sintonia com o verão baiano e um dos rituais mais emblemáticos da cultura de Salvador.
