sexta-feira, 20 fevereiro, 2026

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Operação Mobile 360º, da Polícia Civil, recupera 134 celulares nos circuitos Carnaval

Da Redação

A Polícia Civil da Bahia deflagrou mais uma fase da Operação Mobile 360º com foco na recuperação de celulares furtados ou roubados durante o Carnaval 2026. Até o momento, 134 aparelhos foram recuperados e já estão sendo devolvidos aos legítimos proprietários.

As vítimas que registraram ocorrência começaram a receber comunicação oficial por e-mail informando que os casos estão sob análise e que as providências investigativas cabíveis já estão em andamento.

A entrega dos aparelhos recuperados ocorre somente mediante agendamento prévio, realizado exclusivamente por mensagens oficiais encaminhadas pela instituição. A Polícia Civil reforça que não solicita dados pessoais por mensagens. No momento da retirada, é obrigatório apresentar documento oficial com foto ou nota fiscal do aparelho.

A operação é coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), por meio dos núcleos de rastreamento e recuperação, em conjunto com o Departamento de Inteligência Policial (DIP). As equipes utilizam tecnologia, análise de dados e cruzamento de informações estratégicas para localizar outros dispositivos e identificar toda a cadeia criminosa.

A próxima etapa prevê ações específicas de repressão ao crime de receptação, voltadas a quem compra ou comercializa aparelhos de origem ilícita.

Segundo o delegado-geral adjunto de Operações, Jorge Figueiredo, cada boletim de ocorrência fortalece o trabalho policial. “Nosso compromisso é reprimir com firmeza a receptação e devolver o bem ao seu legítimo proprietário”, destacou.

A Operação Mobile 360º também tem como objetivo proteger dados pessoais, garantir direitos e ampliar a confiança da população na Polícia Civil.

Produtividade ampliada

Durante o Carnaval 2026, a Polícia Civil realizou 65 prisões em flagrante, contra 48 no mesmo período de 2025 – aumento de 35%. Já os cumprimentos de mandados de prisão chegaram a 57 neste ano, frente a 15 no ano anterior, crescimento de 280%.

A instituição atuou de forma integrada com outras forças de segurança e reuniu provas nas investigações que resultaram, com apoio do Ministério Público da Bahia (MPBA), da Defensoria Pública e do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), no deferimento de 20 decisões judiciais durante a festa, sendo 12 cumpridas ainda no período carnavalesco.

Com tecnologia aliada à atividade investigativa e à inteligência policial, autores de crimes nos circuitos foram identificados e medidas judiciais foram representadas e executadas ao longo do evento.

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