O dinheiro foi liberado pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o presidente da Caixa, Nelson de Souza, “não faltarão recursos para o Minha Casa Minha Vida”.
Na faixa 1,5, os financiamentos são concedidos pelo prazo de trinta anos, a juros de 5%. O governo custeia até 90% do valor do subsídio, enquanto o Tesouro paga os 10% restantes. Somados, os dois, subsidiam imóveis no limite de 47,5 mil reais.
O governo afirmava que tinha dificuldades para reforçar o orçamento do programa e que, diante das dificuldades, a decisão tomada neste ano foi priorizar os financiamentos na faixa 1,5. Na faixa 1 os subsídios são maiores e com maiores necessidades de recursos orçamentários.
Na faixa 1, para famílias com renda de até 1.800 reais, a parcela custeada pelo governo é maior. Além disso, o mutuário não paga juros. A prestação é de no máximo 270 reais por mês e o financiamento dura dez anos.

