Da Redação
A Anvisa determinou, nesta sexta-feira (16/1), a apreensão de todos os produtos em nome de Mayko Nikolas dos Santos Produtos Naturais (Nykax Produtos Naturais), inscrita no CNPJ 35.806.026/0001-06. Com a decisão, ficam proibidas a comercialização, distribuição, fabricação, importação, divulgação e o consumo dos itens.
Segundo a Agência, os produtos têm origem desconhecida. Em 12 de novembro de 2025, a Vigilância Sanitária de Curitiba tentou realizar uma inspeção no endereço informado pela empresa, mas não conseguiu localizar o estabelecimento.
Além disso, a Anvisa determinou a apreensão e a proibição de dois suplementos alimentares em cápsulas Caralluma Fimbriata, das marcas Nutrisafe e Ita Ervas. Os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados ou consumidos.

A empresa responsável pelo suplemento da marca Ita Ervas é Messias Moreira Paes, que utiliza o nome fantasia Ita Ervas Produtos Naturais (CNPJ 42.296.050/0001-08). De acordo com a Anvisa, a empresa está irregular, pois encerrou suas atividades por liquidação voluntária. Já o suplemento da marca Nutrisafe também apresenta origem desconhecida.
Segundo a Agência, os itens contêm ingredientes não permitidos em suplementos alimentares e fazem divulgação irregular, associando o consumo a benefícios funcionais e melhorias na saúde sem comprovação científica.
Outro produto que sofreu ação fiscal foi a Nano Prata Frequenciada, da empresa Fabiola Herrmann Teixeira da Silva – Bila Herrmann (CNPJ 21.122.099/0001-74). Além do recolhimento, o produto teve a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e uso proibidos.

A Anvisa informou que o item possui composição não autorizada e não tem segurança comprovada. Além disso, são atribuídos falsos benefícios terapêuticos ao consumo, como a alegação de que “tem a capacidade de destruir o sistema enzimático de todos os tipos de vermes, fungos, vírus, protozoários e bactérias”.
A Agência reforça que produtos irregulares não oferecem garantia de qualidade, segurança e eficácia, representando sérios riscos à saúde, e não recomenda sua utilização.
Denúncias sobre produtos irregulares podem ser feitas à Anvisa por meio da Ouvidoria ou pela Central de Atendimento, pelo telefone 0800 642 9782.
https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-157-de-15-de-janeiro-de-2026-681436499
https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-re-n-155-de-15-de-janeiro-de-2026-681417327
