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Plano Municipal de Saneamento entra na fase de oficinas para análise de diagnósticos


Publicado em: 06/03/2018 8:38
Por: Da Redação


As informações e a opinião dos moradores das diversas comunidades da zona urbana e do meio rural,  são “extremamente importantes” no processo de elaboração do Plano de Saneamento Básico que está sendo construído no Município. A análise é do presidente da Agência Reguladora da Prefeitura de Feira de Santana, Manoel Cordeiro.

No cumprimento de sua terceira etapa, o processo de elaboração do documento analisa as conclusões do que foi apurado e estudado na fase de diagnósticos, fase  realizada no final do ano passado. Nesta segunda-feira, 5, esses resultados foram apresentados a moradores do distrito de Maria Quitéria, pelos técnicos da Fundação Escola Politécnica da Bahia (FEP), responsável pelos estudos.

À tarde o encontro foi realizado no distrito da Matinha, com a mesma finalidade. Ao todo acontecerão 13 destas oficinas com moradores dos oito distritos e em mais cinco bairros de Feira de Santana – a última está marcada para o dia 13 deste mês. É quando os técnicos ouvem as pessoas presentes sobre as ideias apresentadas em audiência pública como possíveis soluções para os diversos problemas em saneamento – questões relacionadas a água e esgoto no município.

As próximas etapas da construção do Plano são ações, programas e projetos, além de audiências públicas, para apresentação da versão final do documento.

“São eles (os moradores) que vivenciam as realidades locais”

O presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana, Manoel Cordeiro (foto), que acompanha estes encontros para discussão de cenários e prognósticos apresentados a partir das audiências públicas realizadas no ano passado, considera fundamental a participação dos moradores das diversas comunidades. Afinal, diz o gestor, “são eles que vivenciam as realidades locais”. Segundo Cordeiro, este é um plano que está sendo feito com base nas experiências da comunidade.

Ajustes podem ser feitos a partir das  sugestões da sociedade

Para a advogada da Fundação Escola Politécnica da Bahia, Júlia Dellorto, nestes eventos há uma troca de informações com os moradores de cada uma das regiões. “Os problemas são apresentados e as possíveis soluções explanadas pelos técnicos”. Casa haja necessidade, assinala, com base nessas sugestões, ajustes são feitos no planejamento futuro do controle e gestão dos serviços públicos de saneamento em Feira de Santana.

Oficinas servem para apresentar especificidades locais

Nestes encontros setorizados, que correspondem à terceira fase do processo de construção do Plano, são apresentadas e analisadas as conclusões de cada uma das regiões, conjuntamente, as especificidades locais, informa a engenheira sanitária da Fundação Escola Politécnica da Bahi, Naiah Caroline Rodrigues Souza. “É uma fase de coleta de informações para o projeto que está sendo construído”,

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José Valdecir Nascimento da Silva, que mora na comunidade do Saco do Capitão: “O saneamento básico é muito mais amplo que a gente imagina. Não é água e esgoto, apenas. Por isso, a participação nestes encontros é importante”.

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Eduardo Pereira, cidadão do distrito Maria Quitéria: “Sabendo o que é saneamento, as pessoas ganham consciência sobre o problema. A partir daí, todos entendem seus direitos e deveres”.

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