A entrega do Prêmio Amigos da Cultura Salvador marcou a noite desta quarta-feira (10), no Hotel da Bahia by Wish, reconhecendo as empresas que mais investiram em projetos culturais da capital baiana por meio do Programa Viva Cultura – Lei Municipal de Incentivo à Cultura.
Em sua primeira edição, a premiação destacou três organizações e homenageou outras 20 instituições que apoiam iniciativas culturais desde a implantação da política de renúncia fiscal.
O evento foi promovido pela Prefeitura de Salvador, através da Fundação Gregório de Mattos (FGM), da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) e da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz). A Universidade Salvador (Unifacs) ficou em primeiro lugar entre as empresas que mais aportaram recursos, seguida pela Tecon Salvador S.A. e pelo Centro Educacional Villa Lobos. As três receberam troféus, enquanto as demais homenageadas receberam placas referentes ao Selo Amigos da Cultura.

“É uma satisfação muito grande participar e, principalmente, receber esse prêmio. A Unifacs é uma empresa que incentiva a cultura, os eventos e o ensino. É muito importante que as empresas possam incentivar e marcar presença com a sua marca, fortalecendo a cultura de Salvador”, afirmou Alon do Carmo, coordenador de campus da Unifacs.
Para o diretor de Artes e Fomento Cultural da FGM, George Vladimir, o reconhecimento tem papel estratégico na relação entre gestão pública e iniciativa privada.
“O prêmio é extremamente importante para o reconhecimento das empresas que acreditam e investem na cultura de Salvador por meio do nosso mecanismo de incentivo fiscal. Esse reconhecimento fortalece o vínculo das nossas políticas culturais com o empresariado, valoriza a imagem e o posicionamento das marcas no mercado e destaca a responsabilidade social de cada empresa”, disse.
A secretária de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, destacou que o Programa Viva Cultura permite que projetos recebam até R$ 1 milhão em incentivos oriundos de renúncia fiscal. Ela lembrou que o impacto é direto na economia criativa e, sobretudo, nos resultados sociais da cultura.
“Quando abrimos mão de receita para incentivar a cultura, estamos fortalecendo a economia e gerando benefícios sociais ainda mais importantes. Nosso lucro não é financeiro, é social”, ressaltou. A gestora reforçou ainda que o município está disposto a ampliar o volume de renúncia tributária caso mais empresas apoiem os projetos.

