terça-feira, 17 fevereiro, 2026

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Prêmio destaca empresas que mais investem no setor cultural

A entrega do Prêmio Amigos da Cultura Salvador marcou a noite desta quarta-feira (10), no Hotel da Bahia by Wish, reconhecendo as empresas que mais investiram em projetos culturais da capital baiana por meio do Programa Viva Cultura – Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Em sua primeira edição, a premiação destacou três organizações e homenageou outras 20 instituições que apoiam iniciativas culturais desde a implantação da política de renúncia fiscal.

O evento foi promovido pela Prefeitura de Salvador, através da Fundação Gregório de Mattos (FGM), da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) e da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz). A Universidade Salvador (Unifacs) ficou em primeiro lugar entre as empresas que mais aportaram recursos, seguida pela Tecon Salvador S.A. e pelo Centro Educacional Villa Lobos. As três receberam troféus, enquanto as demais homenageadas receberam placas referentes ao Selo Amigos da Cultura.

Foto: Lane Silva / Ascom FGM

“É uma satisfação muito grande participar e, principalmente, receber esse prêmio. A Unifacs é uma empresa que incentiva a cultura, os eventos e o ensino. É muito importante que as empresas possam incentivar e marcar presença com a sua marca, fortalecendo a cultura de Salvador”, afirmou Alon do Carmo, coordenador de campus da Unifacs.

Para o diretor de Artes e Fomento Cultural da FGM, George Vladimir, o reconhecimento tem papel estratégico na relação entre gestão pública e iniciativa privada.

“O prêmio é extremamente importante para o reconhecimento das empresas que acreditam e investem na cultura de Salvador por meio do nosso mecanismo de incentivo fiscal. Esse reconhecimento fortalece o vínculo das nossas políticas culturais com o empresariado, valoriza a imagem e o posicionamento das marcas no mercado e destaca a responsabilidade social de cada empresa”, disse.

A secretária de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, destacou que o Programa Viva Cultura permite que projetos recebam até R$ 1 milhão em incentivos oriundos de renúncia fiscal. Ela lembrou que o impacto é direto na economia criativa e, sobretudo, nos resultados sociais da cultura.

“Quando abrimos mão de receita para incentivar a cultura, estamos fortalecendo a economia e gerando benefícios sociais ainda mais importantes. Nosso lucro não é financeiro, é social”, ressaltou. A gestora reforçou ainda que o município está disposto a ampliar o volume de renúncia tributária caso mais empresas apoiem os projetos.

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