Ao som da Orquestra do Maestro Reginaldo de Xangô, o batalhão de guerra conduziu a volta dos carros emblemáticos dos caboclos.
Do Campo Grande até a Lapinha, o retorno marcou o encerramento dos festejos ao 2 de Julho e reuniu o público que foi curtir a festa e levar pedidos aos pés dos caboclos.
As imagens representam a participação popular na derrota das tropas portuguesas na Independência da Bahia, em 2 de Julho de 1823.
“O baiano é um vigilante da tradição, por isso a volta dos caboclos é mantida”, afirmou o presidente da Fundação Gregório de Mattos (FMG), Fernando Guerreiro.

