quinta-feira, 26 março, 2026

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Mais de 100 ex-alunos da Unibatista se unem para cobrar diplomas à faculdade

A OBRIGATORIEDADE de entrega do Diploma de Bacharel em Direito aos  estudantes pela Faculdade Batista Brasileira (FBB), a Unibatista, já se estende por um tempo quase equivalente ao de uma segunda graduação. Uma Ex-formanda da instituição, localizada no bairro do Itaigara, em Salvador, explica que colou grau no período regular, há quase três anos, mas nunca conseguiu pôr nem mesmo os olhos no documento que simboliza a formação: o diploma. Ao menos 110 outros ex-alunos se organizam para solicitar a declaração por meio judicial.  Alguns estudantes aguardam há mais de dois anos; prazo estabelecido pelo MEC é de 60 dias.

A instituição havia anunciado o início do período letivo para a semana passada mas, em decorrência de uma greve deliberada por unanimidade pelos professores, adiaram o retorno. A Unibatista deve mais de R$ 2 milhões a professores que recorreram à greve após mais sete meses de salários atrasados.

Direção responde à Justiça em Brasília
Diretora-geral da instituição evangélica desde 2018, Andréa Pinto Brandão de Oliveira Kraus nega uma conversa amistosa com os profissionais mas responde, na condição de ré, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF). Trata-se de um processo por lavagem de dinheiro — cujo acórdão, decisão em 2ª instância, determinou, em 2020, a pena de quatro anos e oito meses de reclusão em regime semiaberto.

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