sábado, 4 julho, 2026

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Cabo da PM suspeito de matar companheira também policial se apresenta à polícia

Da Redação

Foto: Reprodução

A cabo da Polícia Militar Celeste Martins Oliveira do Nascimento, lotada no setor de inteligência da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), foi morta a tiros no fim da tarde desta sexta-feira (3), dentro da própria residência, no Edifício Mirabeau Sampaio, no bairro do Barbalho, em Salvador.

O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, também cabo da Polícia Militar, que se apresentou espontaneamente à polícia horas após o homicídio.

Segundo informações da SSP, o suspeito, conhecido como cabo Hermano, deixou o local após o crime e, posteriormente, compareceu ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de uma advogada. O caso é investigado pela unidade especializada da Polícia Civil.

A ocorrência mobilizou equipes da 2ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), que isolaram a área até a chegada de peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Os profissionais realizaram os levantamentos periciais e providenciaram a remoção do corpo da policial.

Celeste Martins Oliveira do Nascimento e o suspeito atuavam no setor de inteligência da Secretaria da Segurança Pública da Bahia.

Em nota, a SSP informou que as investigações estão em andamento e garantiu que todas as medidas necessárias estão sendo adotadas para esclarecer o caso.

“Todas as providências necessárias à completa elucidação do trágico fato e à responsabilização do seu autor estão sendo adotadas pela Polícia Civil e pelo Departamento de Polícia Técnica”, afirmou a Secretaria da Segurança Pública.

A pasta também manifestou solidariedade e reforçou o compromisso com o enfrentamento à violência contra a mulher.

“Por fim, a SSP reafirma seu absoluto repúdio e reafirma o seu compromisso no combate a toda e qualquer forma de violência contra a mulher”, completou a secretaria.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre a motivação do crime. O caso segue sendo investigado pelo DHPP.

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