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Cláudio Cajado diz que apoiará reeleição de petista


Publicado em: 25/04/2018 7:57
Por: Redação | com informações de Rodrigo Daniel Silva TB | Foto: Beto Oliveira


Após quase 30 anos no grupo carlista, o deputado federal Cláudio Cajado anunciou, ontem, publicamente, que vai apoiar a candidatura à reeleição do governador Rui Costa (PT). O parlamentar trocou o DEM pelo PP, partido comandado pelo vice-governador da Bahia, João Leão. “Eu vou estar com Rui Costa para o governo da Bahia”, afirmou, ao ressaltar que condicionou sua permanência na ala oposicionista à candidatura do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), ao governo da Bahia. O democrata soteropolitano, porém, decidiu não disputar o Palácio de Ondina e permanecer na administração municipal. “Eu não acreditava no plano B. Eu só imaginava que podíamos conseguir uma vitória se ACM Neto fosse candidato. Ele se colocou como líder das oposições. Tinha na imagem do prefeito de Salvador um caso e uma atuação de sucesso […] Eu deixei claro que, se ele não fosse candidato, eu sairia do partido, porque eu não acreditaria em outro nome”, justificou, em entrevista à rádio Metrópole.

Cajado revelou que as conversas com ACM Neto, antes de anunciar que desistiria da candidatura, foram “difíceis” e reclamou da dificuldade de se comunicar com o prefeito. “Eu tentava falar com ele e não tinha facilidade. Passava mensagem, ligava e tinha dificuldades de falar com ele. A partir do ano passado para cá – setembro e outubro –, passei a ter muita dificuldade de falar com o prefeito ACM Neto. E essa parece ser uma reclamação constante de pessoas que tentam esse contato”, pontuou.

O deputado federal ressaltou, ainda, que “nunca desejou efetivamente a mudança” do Democratas para o PP. Cajado avaliou, também, que “é possível” que haja uma diminuição da bancada de oposição após a desistência do prefeito de Salvador de concorrer ao Palácio de Ondina. Na avaliação dele, foi “inadequado” a decisão de ACM Neto de anunciar que não seria candidato um dia antes do prazo de desincompatibilização, pois não permitiu que muitos aliados do chefe do Palácio de Thomé de Souza mudassem de lado.

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