segunda-feira, 7 setembro, 2026

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Homem suspeito de matar filha de PM´s durante assalto é levado à delegacia

Da Redação

Um homem apontado como suspeito de envolvimento na morte de Brenda Nicole Alves Brandão, de 21 anos, foi conduzido à Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (7), em Salvador. Filha de dois policiais militares, a jovem foi morta com um tiro no rosto durante uma tentativa de assalto na madrugada de domingo (6), no bairro do Imbuí.

O suspeito foi localizado no bairro de Narandiba durante diligências realizadas por equipes da Polícia Militar. Com ele, foram apresentados uma motocicleta apontada como utilizada na ocorrência e aparelhos celulares encontrados em sua posse.

O material foi encaminhado ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), onde deverá passar pelos procedimentos cabíveis.

A ação contou com a participação de guarnições do Batalhão de Prevenção a Furtos e Roubos de Veículos, do Comando de Policiamento Regional da Capital – Atlântico (CPRC-Atlântico) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO).

As equipes intensificaram as buscas após o compartilhamento de informações e elementos preliminares relacionados ao assassinato.

Jovem voltava de festa com namorado

Brenda voltava de uma festa acompanhada do namorado quando os dois foram abordados por um homem que estava em outra motocicleta, na Avenida Jorge Amado.

Segundo informações preliminares, o criminoso teria anunciado o assalto e exigido o celular da jovem. Após a recusa, ele efetuou um disparo contra o rosto dela e fugiu.

Brenda morreu ainda no local.

A vítima era filha da sargento Rose Tatiane Alves e do sargento da reserva remunerada Francisco Carlos Brandão. Estudante de Direito, Brenda também trabalhava como estagiária na Associação de Praças da Polícia e Bombeiro Militar da Bahia (APPMBA).

Além disso, a jovem mantinha uma loja virtual de moda praia feminina. A morte causou comoção entre familiares, amigos e integrantes da Polícia Militar.

Após a condução do suspeito, a Polícia Civil deverá dar continuidade às investigações para esclarecer as circunstâncias do crime, identificar a participação de cada envolvido e adotar as medidas de polícia judiciária cabíveis.

A localização e condução do homem à unidade policial não significa, por si só, que ele tenha sido formalmente responsabilizado pelo assassinato. A participação dele no crime ainda deverá ser apurada pelas autoridades.

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