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Leo Prates lamenta declaração de João Roma “aprendeu rápido com Bolsonaro ”


Publicado em: 10/04/2021 10:22
Por: Redação Bahia Municipios com Agências Foto: Divulgação


O secretário de Saúde de Salvador, Leo Prates, comentou em entrevista coletiva neste sábado (10/04) as declarações do ex-colega de partido e atual ministro da Cidadania, João Roma, que é o novo queridinho do presidente Jair Bolsonaro. Eleito deputado federal pela Bahia, o pernambucano disse na sexta-feira (09/04) em Camaçari, durante um evento para entrega de obras, que “o Governo Federal tem sim feito a sua parte e já entregou muito mais doses aos estados e municípios brasileiros, do que a quantidade de doses que foram aplicadas nas pessoas”.

A insinuação de incompetência dos municípios na imunização das pessoas pegou mal nas redes sociais e integrantes do grupo que o ministro fazia parte disseram que Roma “aprendeu rápido com Bolsonaro a fazer politicagem”.

Na coletiva online hoje, o prefeito Bruno Reis destacou que a Bahia está em primeiro lugar em vacinação no Brasil. “Deve-se elogiar o esforço de todos”, pontuou o gestor da capital.

Leo Prates, por sua vez, demonstrou irritação e desafiou João Roma.

“Eu lamento até essa declaração do ministro porque como o prefeito colocou muito bem, nós estamos indo além para garantir a vacinação dos 61 anos. Nós traçamos um controle de estoque temporal. O que é isso? Nós fazemos a somatória de todas as pessoas que nós temos para os próximos 11 dias, fazemos o bloqueio, uma conta e começamos a aplicar num trabalho de gestão para não ficar dose parada”, explicou o secretário.

“Agora, se o ministro quer ajudar, eu faço um desafio: manda o governo federal mandar por escrito uma orientação, como ele já fez em um lote, dizendo que é para aplicar todas como primeira dose que Salvador agradece muito, que ele vai garantir civil e criminalmente a segunda dose, que está resolvido o problema. Aqui não tem polêmica, aqui tem solução. Manda o ministro da Saúde me mandar por escrito ou pro secretário Fábio que não deve ter retenção de segunda dose que deve ser todos aplicados como primeiro que o problema de Salvador está resolvido”, finalizou Leo Prates.

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