sexta-feira, 16 outubro, 2026

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Lucas Reis prevê “a maior votação da história” para Lula na Bahia

Da Redação

O deputado federal eleito Lucas Reis (PT) afirmou que a mobilização popular e o apoio de lideranças políticas de diferentes regiões da Bahia poderão garantir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) uma votação histórica no estado. Em entrevista à Band Bahia, nesta sexta-feira (16), ele projetou que o presidente superará os mais de 6,097 milhões de votos recebidos em 2022.

Lucas Reis atribuiu a expectativa de ampliação do apoio a Lula à mobilização política na Bahia e à rejeição ao projeto defendido por Flávio Bolsonaro (PL).

“A Bahia dará a maior votação da história a um presidente da República no estado. Por uma razão simples: o povo baiano sabe que, com Flávio, a Bahia perde. Com Lula, nós mantemos e ampliamos os nossos investimentos”, afirmou.

Para o parlamentar eleito, a defesa da reeleição de Lula ultrapassa as diferenças partidárias. Segundo ele, a continuidade dos investimentos federais é um dos principais fatores que mobilizam lideranças políticas e a população baiana.

Como exemplo, Lucas citou os R$ 145 bilhões em obras do Governo Federal na Bahia por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).

“Estou falando do novo Hospital de Alagoinhas, das escolas de tempo integral, do VLT, ampliação do metrô, dos investimentos em infraestrutura que se tem no estado inteiro. Investimento na vida real para melhorar a vida do povo baiano”, exemplificou.

Mobilização nos municípios

Durante a entrevista, Lucas Reis também afirmou que prefeitos baianos demonstram preocupação com os possíveis efeitos de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro sobre os investimentos e as políticas públicas nos municípios.

“Estamos vendo a mobilização dos prefeitos, que sabem a dificuldade que terão caso o presidente Lula não se reeleja”, disse, ao mencionar obras e programas sociais que, segundo ele, foram paralisados durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Naquele período, Lucas Reis atuava como chefe de gabinete do senador Jaques Wagner (PT). Ele recordou as dificuldades enfrentadas para restabelecer políticas de proteção social após a mudança de governo.

“Nós passamos quase dois anos em Brasília para remontar toda a rede de proteção social que ele [Jair Bolsonaro] havia destruído. Uma PEC de Transição precisou ser feita para garantir recursos para o Bolsa Família, que nem isso estava garantido”, relembrou.

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