Da Redação
As primeiras propagandas eleitorais da disputa pelo Senado na Bahia começam a ser veiculadas nesta sexta-feira (28), com a participação do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues, do senador Jaques Wagner e do ex-ministro da Casa Civil Rui Costa, todos do PT. Na estreia, os candidatos defendem a continuidade do projeto político do chamado Time de Lula e destacam a necessidade de ampliar a bancada aliada ao presidente no Senado.
Wagner e Rui dividem a tela com Lula e Jerônimo nas peças eleitorais. A estratégia da chapa é apresentar o Senado como um espaço fundamental para garantir a continuidade da agenda do governo federal em caso de reeleição de Lula.
Durante a propaganda, Wagner destaca a importância de construir uma base parlamentar mais forte para apoiar um eventual próximo governo do presidente. “O presidente precisa de parceiros no Senado que ajudem ele a governar”, afirma o candidato, que disputa com o número 130, o mesmo utilizado por ele nas eleições de 2018.
Rui Costa, por sua vez, faz um apelo para que os eleitores baianos aproveitem o atual cenário político para manter a aliança entre os governos federal e estadual.
“A Bahia não pode perder a oportunidade de ter mais 4 anos com o presidente Lula de mãos dadas com Jerônimo”, defende o ex-ministro, que concorre ao Senado com o número 133.
Lula também participa das inserções e ressalta sua relação histórica com a Bahia. O presidente cita programas federais como o Minha Casa, Minha Vida e o Novo PAC e pede apoio aos dois candidatos petistas.
“Vocês sabem que a Bahia sempre tem um lugar especial no meu coração. Não é à toa que investimos tanto neste estado. Para que a gente possa fazer ainda mais, eu preciso da força desses dois senadores da minha confiança. Vamos juntos eleger Wagner e Rui”, reforça Lula.
As propagandas também destacam ações realizadas durante as gestões petistas na Bahia, com referências à expansão do acesso à luz e à água e a avanços apontados nas áreas de saúde, educação e segurança.
A campanha de Wagner e Rui busca, dessa forma, associar a disputa pelo Senado à manutenção da aliança entre Bahia e governo federal, tendo como eixo a reeleição de Lula e Jerônimo Rodrigues.

