Da Redação
A Prefeitura de Salvador suspendeu as atividades na tarde desta segunda-feira (26), após registros de pichações, depredações e tentativas de invasão ao Palácio Thomé de Souza, sede do governo municipal. A decisão foi anunciada pela gestão municipal, que informou ter mantido as portas do prédio fechadas por questões de segurança, com o objetivo de proteger os funcionários e evitar novos danos ao patrimônio público.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram pichações na sede administrativa da capital baiana. Entre as mensagens escritas no local, estavam a expressão “fora facista” e críticas ao apoio do prefeito Bruno Reis (União Brasil) ao senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência da República, conforme descrito no texto original.
As pichações ocorreram durante uma manifestação na Praça Municipal que pedia o impeachment de Bruno Reis. O protesto foi organizado por entidades estudantis, que responsabilizaram o prefeito pelos problemas registrados no transporte público durante o segundo turno das eleições, realizado no domingo (25).


Mobilização pede impeachment de Bruno Reis
Além da manifestação presencial, uma mobilização nas redes sociais busca pressionar a Câmara Municipal de Salvador (CMS) a abrir um processo de impeachment contra o prefeito. Segundo o texto original, um abaixo-assinado já reunia mais de 276 mil assinaturas.
A iniciativa foi articulada pelo vereador Hamilton Assis (PSOL) e pelo deputado estadual Hilton Coelho (PSOL), que participam da mobilização contra a gestão municipal.
O protesto ocorre após os problemas no transporte público registrados no domingo (25), durante o segundo turno das eleições. A situação motivou críticas à administração municipal e ampliou a pressão política sobre Bruno Reis.

